E a Udinese segue sua sina. Com apenas duas vitórias nos últimos treze jogos da Serie A 2011/2012, o time de Friulli não consegue chegar à zona de classificação para a Liga dos Campeões mas segue na briga mesmo assim. Os visitantes fazem campanha de muitos altos e baixos e não conseguem alcançar uma sequência de vitórias, que seria imprescindível neste momento.
Em Verona, o time de Guidolin apenas empatou com o Chievo e permitiu aproximação do Napoli, que agora está apenas um ponto atrás. E olha que o empate foi um bom resultado para os visitantes. Se não fosse Handanovic, a história poderia ser pior: o goleiro fez grande partida e salvou sua equipe pelo menos três vezes, sem contar o pênalti defendido em cobrança de Thereau. No final, Di Natale ainda perdeu chance clara de abrir o placar, mas desperdiçou. Com 43 pontos, na 9ª colocação, o Chievo merece elogios pelas boas partidas, sempre com consistência e equilíbrio.
| As lágrimas de Ranieri. O choro emocionado do técnico interista no reencontro nerazzuri com as vitórias |
Realmente, a bela reação nerazzuri contra o Catania, na útilma rodada parecia ser um prelúdio de algo mais. O time mostrou que ainda pode seguir vivo na briga pelas vagas nas competições europeias e finalmente fez as pazes com a vitória na abertura da 27ª rodada do Campeonato Italiano.
E o triunfo veio logo em uma data emblemática: Era o aniversário de 104 anos dos nerazzuri. Depois de sete jogos de jejum, a equipe contou com dois gols marcados nos últimos minutos de jogo para bater o Chievo por 2 a 0 e somar três pontos, chegando aos 40, em sexto lugar na classificação.
Sem vencer desde a 20ª rodada do Calcio e mergulhada em uma crise que parecia não ter fim, a Inter via o técnico Claudio Ranieri balançar em seu cargo e um empate sem gols com o Chievo poderia complicar ainda mais a situação. No entanto, a sorte sorriu para a equipe de Milão nos minutos finais do jogo e dois gols milagrosos, dos argentinos Walter Samuel e Diego Milito, salvaram a equipe de mais um vexame nesta temporada.
O time deu indícios de que engrenaria na partida logo de cara. Logo aos 5 minutos, Stankovic assustou em chute da entrada da área. Mas a real chance de abrir o placar surgiu aos 14 minutos: Após cobrança de escanteio, Lúcio levou solada do zagueiro do Chievo e sofreu pênalti. Milito chamou a responsabilidade para si e foi para a cobrança, mas telegrafou e Sorrentino defendeu, o que irritou os torcedores, desestabilizando emocionalmente a equipe.
E o triunfo veio logo em uma data emblemática: Era o aniversário de 104 anos dos nerazzuri. Depois de sete jogos de jejum, a equipe contou com dois gols marcados nos últimos minutos de jogo para bater o Chievo por 2 a 0 e somar três pontos, chegando aos 40, em sexto lugar na classificação.
Sem vencer desde a 20ª rodada do Calcio e mergulhada em uma crise que parecia não ter fim, a Inter via o técnico Claudio Ranieri balançar em seu cargo e um empate sem gols com o Chievo poderia complicar ainda mais a situação. No entanto, a sorte sorriu para a equipe de Milão nos minutos finais do jogo e dois gols milagrosos, dos argentinos Walter Samuel e Diego Milito, salvaram a equipe de mais um vexame nesta temporada.
O time deu indícios de que engrenaria na partida logo de cara. Logo aos 5 minutos, Stankovic assustou em chute da entrada da área. Mas a real chance de abrir o placar surgiu aos 14 minutos: Após cobrança de escanteio, Lúcio levou solada do zagueiro do Chievo e sofreu pênalti. Milito chamou a responsabilidade para si e foi para a cobrança, mas telegrafou e Sorrentino defendeu, o que irritou os torcedores, desestabilizando emocionalmente a equipe.
A equipe, porém, conseguiu seguir impondo pressão. Aos 27, Sneijder recebeu de Forlán no bico esquerdo da área e bateu forte, mas a bola explodiu no travessão. O Chievo respondeu com o eterno Pelissier, que recebeu na frente e bateu para a defesa de Júlio César. Depois disso, nada de interessante aconteceu no jogo da primeira etapa, que ficou muito truncado no meio de campo.
Na volta para a segunda etapa, logo aos 7 minutos, Sneijder criou nova chance em jogada pela esquerda. O camisa 10 driblou dois e cruzou para Poli, na pequena área, furar. Com muitas dificuldades em campo, a equipe travou uma intensa batalha contra o sistema defensivo do Chievo, que não dava espaços, e só conseguiu balançar as redes quando o confronto já caminhava para o seu final.
Aos 42, enfim saiu o primeiro gol. Sneijder bateu escanteio da direita e o zagueiro argentino Samuel subiu bem na área, para, de cabeça, testar no cantinho e conseguir o gol salvador, que daria ânimo para a equipe pro jogo da Champions contra o Marseille e sobrevida a Claudio Ranieri no comando interista.
O tento animou o time e embalou os atletas que armaram a jogada seguinte no ataque. Para se redimir com a torcida, Milito marcou o segundo. Zanetti fez jogada pela direita e cruzou. O argentino completou de cabeça para vencer o goleiro Sorrentino, livrando a Inter de Milão do pesadelo vivido na competição nacional.
Por João Caniço
A Juventus entrou em campo pressionada pouco depois de o Milan ter despachado o Palermo na Sicília por quatro a zero. Sem Pepe e Vidal, Conte arriscou um quase inédito 4-4-2 com Padoin e Giaccherini sobre as faixas e a dupla atacante a ser formada por Vucinic e Matri. A exibição bianconera foi pobre, sendo notória a falta de condicionamento físico e a frágil capacidade de envolvimento ofensivo, ou seja, pouca dinâmica. Apesar de invicta, é o quinto empate caseiro da vecchia signora perante equipas de menor porte. Preocupante.
A mudança táctica não trouxe grandes resultados práticos já que o Chievo apresentou-se bastante organizado e concentrado, reduzindo com efetividade os caminhos para o gol de Sorrentino que, das poucas vezes que foi chamado a intervir, se mostrou eficaz e seguro. Perante este cenário truncado lá surgiu o pé direito mágico de Pirlo para desbloquear a situação. Falta cobrada de forma exímia para Chiellini raspar na bola, levando a mesma a esbarrar no poste e a encaminhar-se na direção de De Ceglie que, em posição duvidosa, não se fez rogado e bateu de cabeça com sucesso. Quase um gol caído do céu.
Apanhados em desvantagem os gialloblù adiantaram ligeiramente as suas linhas, equilibrando a partida a meio-campo e criando uma ou outra situação de perigo. Nada digno de registo, pelo menos até ao intervalo. Do lado juventino há de se destacar um remate cruzado de Padoin para ótima estirada de Sorrentino, a tremenda desinspiração de Vucinic e a saída forçada de Barzagli devido a lesão muscular.
Apanhados em desvantagem os gialloblù adiantaram ligeiramente as suas linhas, equilibrando a partida a meio-campo e criando uma ou outra situação de perigo. Nada digno de registo, pelo menos até ao intervalo. Do lado juventino há de se destacar um remate cruzado de Padoin para ótima estirada de Sorrentino, a tremenda desinspiração de Vucinic e a saída forçada de Barzagli devido a lesão muscular.
A vecchia signora entrou bem no recomeço, parecendo querer dar mostras de resolver rapidamente a questão. Porém, o entusiasmo inicial foi-se esbatendo e, a pouco e pouco, o Chievo foi-se tornando mais contínuo no ataque à baliza de Buffon. As ameaças sucediam-se e Conte entendeu por bem ao voltar ao esquema de três zagueiros, fazendo entrar Cáceres, retirando Marchisio e, pasme-se, deixando em campo o letárgico Vucinic, vaiado sem compaixão pelos tifosi cada que vez que tocava na bola.
A substituição nada resolveu, bem pelo contrário. A Juventus recuou em demasia, colocando-se a jeito e acabou, naturalmente, por sofrer o gol da igualdade, numa transição rápida da formação de Verona, beneficiando de falhas de marcação graves do setor defensivo bianconero, materializado pelo cruzamento de Dramé, não obstante o esforço de Bonucci, verdadeiramente patético na tentativa de corte, acabando apenas por confirmar o gol.
Em desespero, Conte lançou Del Piero para o final. Uma ou outra deambulação de il capitano e um tiro de Pirlo, superiormente parado por Sorrentino, foram insuficientes para evitar a perda de dois preciosos pontos. O treinador juventino tem muitas ilações a retirar desta partida. O confronto da próxima quarta-feira, em Bologna, para acerto de calendário, assume contornos de decisivo.
A substituição nada resolveu, bem pelo contrário. A Juventus recuou em demasia, colocando-se a jeito e acabou, naturalmente, por sofrer o gol da igualdade, numa transição rápida da formação de Verona, beneficiando de falhas de marcação graves do setor defensivo bianconero, materializado pelo cruzamento de Dramé, não obstante o esforço de Bonucci, verdadeiramente patético na tentativa de corte, acabando apenas por confirmar o gol.
Em desespero, Conte lançou Del Piero para o final. Uma ou outra deambulação de il capitano e um tiro de Pirlo, superiormente parado por Sorrentino, foram insuficientes para evitar a perda de dois preciosos pontos. O treinador juventino tem muitas ilações a retirar desta partida. O confronto da próxima quarta-feira, em Bologna, para acerto de calendário, assume contornos de decisivo.
Em pleno San Paolo, o Napoli tinha um jogo fácil. Pelo retrospecto anterior, era de se esperar dificuldade, o que não aconteceu. Ao contrário do que aconteceu durante muitas rodadas, o resultado foi positivo. O fraquíssimo Chievo foi quem levou de 2 a 0 do time partenopei, que, pelo péssimo desempenho de seus rivais, está muito perto da zona da Liga Europa.
O jogo foi bem tranquilo, com o placar definido no primeiro tempo. Britos, de cabeça e Cavani, de pênalti, marcaram logo na primeira etapa e definiram a peleja. Desta vez, com o time titular, Mazzari insistiu no 3-4-3 e colocou em campo o time do Napoli no papel. A única exceção foi Maggio, que deu lugar a Dossena.
Portanto, diante da empáfia do time adversário, não foi preciso ousar e, Vargas e Pandev entraram no fim, assim como Maggio e não mudaram a tônica da partida. A vitória foi garantida facilmente diante da torcida napolitana e deu uma aliviada na crise pouco antes do confronto contra o Chelsea pela Champions League.
Por Caio Dellagiustina
Depois de tropeçar na última rodada, a Udinese se recuperou. Venceu nessa décima quinta rodada o Chievo, jogando em casa e, graças ao tropeço do Milan, assumiu a liderança provisória da competição, pois a Juventus entra em ação apenas nessa segunda-feira, contra a Roma.
Depois de tropeçar na última rodada, a Udinese se recuperou. Venceu nessa décima quinta rodada o Chievo, jogando em casa e, graças ao tropeço do Milan, assumiu a liderança provisória da competição, pois a Juventus entra em ação apenas nessa segunda-feira, contra a Roma.
| Di Natale comemora: mais um gol do artilheiro... |
Minutos depois, após cobrança de escanteio, o bom ala Basta, aparece de surpresa na área e cabeceia para o fundo gol. Mas ao invés de comemorar, Basta precisou ser atendido pelo médico já que levou um chute no rosto.
A vitória era praticamente garantida, mas restando sete minutos, Paloschi acerta um chute com extrema felicidade, encobrindo o goleiro Handanovic e vazando a melhor defesa da Itália. Mas, o gol do Chievo não foi suficiente para estragar a festa que o time da Udinese fez com a torcida, após o apito final.
Para permanecer na ponta, os bianconeri terão de secar a Juventus contra a Roma e na quinta-feira entrar em campo pela Liga Europa, na busca da classificação.
POR JOÃO CANIÇO
A Juventus desperdiçou a oportunidade de se isolar na liderança da Série A ao não conseguir melhor que um zero a zero na peleja contra o Bentegodi de Verona. Partida predominantemente tática, bastante disputada a meio-campo e extremamente intensa, sendo de lamentar as lesões de Giaccherini, Sardo e Morero. O extremo bianconero sofreu uma rotura muscular e deverá ficar ausente dos gramados durante algumas semanas.
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| A cabeçada de Del Piero foi a melhor chance da Juve no jogo: mesmo com o resultado, o time se manteve na liderança da competição. |
Conte seguiu a lógica "em time que ganha não se mexe" mantendo a confiança em Krasic, mas o sérvio não correspondeu, voltando a realizar atuação bastante apagada. É preocupante o precário início de temporada de Krasic, visto que foi a principal figura da vecchia signora na época passada e já se especula sua saída no próximo mercado de Inverno.
Destaque positivo para a solidez da retaguarda juventina. Barzagli está num momento de forma exuberante, Chiellini voltou com sucesso à posição de origem, Lichtsteiner é sólido que nem uma rocha, Bonucci evidencia sinais de evolução no seu jogo e Buffon parece completamente recuperado das sucessivas e arreliadoras lesões. Perante este cenário foi difícil ao Chievo levar perigo à baliza bianconera. Um chute livre de Pellissier para defesa a dois tempos de Buffon e uma bola salva por Del Piero sobre a linha de gol na sequência de um escanteio foram o magro pecúlio ofensivo da equipa visitada.
Verdade seja dita que a produção atacante da Juventus não foi muito melhor. A chave de praticamente todo o processo ofensivo passa pelo pé direito de Pirlo e quando il Metronomo realiza atuação mais discreta toda a equipa se ressente. Mérito para o Chievo, que soube preencher e pressionar eficazmente a zona de acção de Pirlo. Com Vucinic obrigado a recuar no terreno para ter jogo, Vidal confuso e Pepe apenas lutador, explica-se a tarde pouco inspirada do ataque bianconero. O herói da última rodada, Marchisio, voltou a exibir-se em boa forma e esteve perto do golo num chute que tirou tinta ao poste, mas seria o seu substituto, Del Piero, a desperdiçar a melhor ocasião do jogo. Palo clamoroso! O gesto técnico foi perfeito, mas a cabeçada não levou a melhor direção, com a bola a esbarrar no poste da baliza de Sorrentino. Azar para il capitano...
Partida complicada de dirigir para o árbitro De Marco com vários casos polémicos, mas no essencial decidiu bem, merecendo nota muito positiva.
A rever: processo ofensivo. Conte tem trabalho extra para fazer durante a semana. A Juventus tem que produzir mais e com melhor qualidade no último terço do campo. Para além disso, tem que se questionar as opções do treinador. Porque Del Piero não entrou mais cedo? Quagliarella é carta fora do baralho? Elia foi encostado ou está em processo de adaptação? Finalmente, acredito que Matri não foi lançado no jogo devido à lesão de Giaccherini. Não fora isso e seria quase uma certeza a sua entrada para os minutos finais da partida.
A rever: processo ofensivo. Conte tem trabalho extra para fazer durante a semana. A Juventus tem que produzir mais e com melhor qualidade no último terço do campo. Para além disso, tem que se questionar as opções do treinador. Porque Del Piero não entrou mais cedo? Quagliarella é carta fora do baralho? Elia foi encostado ou está em processo de adaptação? Finalmente, acredito que Matri não foi lançado no jogo devido à lesão de Giaccherini. Não fora isso e seria quase uma certeza a sua entrada para os minutos finais da partida.
O mesmo Napoli que bateu o Milan por 3 a 1 e a Inter por 3 a 0, perdeu em casa para o Parma e também perdeu a chance de assumir a ponta do Campeonato Italiano. Isso significa que o time se mostra novamente uma equipe de altos e baixos, mesmo que os altos estejam sendo muito maiores que os baixos. Isso já ocorrera em uma derrota por 1 a 0 para o Chievo, logo após ter batido o atual campeão italiano.
Em um primeiro tempo, de certa forma monótono e sem gols, ambos os times mostraram que não podia se esperar muito da peleja. Já o segundo foi alguns gols, para ambos os lados, que começaram com o tento de Gobbi, que, após belo passe de Floccari, calou um estádio San Paolo bem cheio.
A torcida napolitana até passou a ter uma certa esperança quando Giuseppe Mascara empatou a partida 18 minutos depois. Mas tudo caiu para os partenoppei quando os visitantes voltaram a ficar em vantagem, em contra ataque, com gol de Modesto.
O jogo acabou 2 a 1 e a inconstância do Napoli foi evidenciada com mais uma derrota após boa vitória e mais uma chance de encostar ainda mais nos líderes desperdiçada.
O time até está bem, mas há algo que deve ser mudado...
Ps: Desculpem pelo tamanho do post e pela falta de atualizações, há muito trabalho a ser feito por mim no momento, principalmente porque estou cuidando de uma SUPER PROMOÇÃO e do processo de criação do Tudo Sobre a Premier League. Agradeço a compreensão!
Em um primeiro tempo, de certa forma monótono e sem gols, ambos os times mostraram que não podia se esperar muito da peleja. Já o segundo foi alguns gols, para ambos os lados, que começaram com o tento de Gobbi, que, após belo passe de Floccari, calou um estádio San Paolo bem cheio.
A torcida napolitana até passou a ter uma certa esperança quando Giuseppe Mascara empatou a partida 18 minutos depois. Mas tudo caiu para os partenoppei quando os visitantes voltaram a ficar em vantagem, em contra ataque, com gol de Modesto.
O jogo acabou 2 a 1 e a inconstância do Napoli foi evidenciada com mais uma derrota após boa vitória e mais uma chance de encostar ainda mais nos líderes desperdiçada.
| Gobbi chuta na saída de De Sanctis para abrir o placar: mais um tropeço do Napoli na caminhada rumo ao scudetto |
Ps: Desculpem pelo tamanho do post e pela falta de atualizações, há muito trabalho a ser feito por mim no momento, principalmente porque estou cuidando de uma SUPER PROMOÇÃO e do processo de criação do Tudo Sobre a Premier League. Agradeço a compreensão!

