E a grande atuação da Roma contra a Udinese, no Olimpico, fez com que o pouco de esperança em uma vaga europeia continuasse vivo. Não foi preciso muito tempo para que Osvaldo abrisse o marcador, apos belíssima jogada individual. Jogando melhor, a equipe da capital manteve o seu padrão ofensivo e aproveitou bem as brechas defensivas por parte do visitante, que se assustou com o primeiro gol sofrido.
Pouco antes do intervalo, o volante Gelson Fernandes marcou apos erro absurdo do sistema defensivo giallorossi. A partida continuou igual, mas com maior pressão por parte da Roma no segundo tempo. Somente aos 41 do segundo tempo, Totti fez soltar os gritos entalados na garganta dos presentes. O meio-campo brasileiro Marquinho ainda marcou o terceiro, coroando sua ótima atuação.
Com 51 pontos, um a mais do que o adversário de hoje, a Udinese soma apenas duas vitórias nos últimos onze jogos e vê se complicarem suas chances de irem à próxima Liga dos Campeões. Já a Roma segue irregular e é difícil cravar um prognóstico. Time tem 50 pontos e ainda briga pelas vagas europeias.
Disputando uma vaga em competições europeias, a Roma viu sua tarefa ficar mais difícil. A equipe da capital visitou o Lecce no estádio Via del Mare, neste sábado, pela 31ª rodada do Campeonato Italiano e foi derrotada por 4 a 2. Com o resultado, os comandados de Luis Enrique estacionam nos 47 pontos e ficam na sexta posição, um ponto atrás do Napoli, último time com vaga na Europa League e que ainda joga nesta rodada.. Já o Lecce chega a 31 pontos, mas, na 18ª colocação, segue na zona de rebaixamento.
Muriel deu início à vitória dos mandantes logo aos 22 minutos de jogo. Aos 45, Di Michele ampliou a vantagem. Na volta do intervalo, Muriel anotou o seu segundo tento na partida aos quatro minutos e, Di Michele, de pênalti, transformou a vitória em goleada seis minutos mais tarde. Bojan, aos 43, e Lamela, aos 44, ainda descontaram para os visitantes, mas não havia mais tempo para impedir o revés.
Agora, a Roma vê a Udinese (3ª colocada) e última a garantir vaga na Champions League) abrir quatro pontos de vantagem, pois venceu o Parma por 3 a 1, em casa, também neste sábado
Parecia loucura, mas decidi acordar às 7h afim de acompanhar Roma x Novara, um jogo sem maiores atrativos, mas, a paixão pelo clube da cidade eterna falou mais alto. Mas bem, tem que se ressaltar que valeu a pena. No jogo do horário que visa conquistar o público asiático pudemos ver uma partida bastante movimentada, com bons jogos e uma boa quantidade de gols. No fim, uma vitória da Roma por 5 a 2, que mesmo com o susto tomado no início, teve uma boa atuação e se mantém ainda mais firme na briga por uma vaga nas competições europeias.
Mesmo tendo a consciência de que o Novara era um time muito mais fraco, estava apreensivo para a partida desta manhã. Além do fato da Roma ter proporcionado várias "romadas" durante essa temporada, o adversário vinha buscando a reabilitação na Serie A e se mostrava disposto a surpreender cada vez mais, vale a lembrança de que a Udinese já havia sido derrotada. Por fim, não tem como ficar com receio visto que Pjanic e Borini não jogariam, ao contrário de Kjaer que, infelizmente, estava mais do que confirmado para a zaga.
Logo no começo de jogo, veio o susto. Bobeiraça da defesa que não se preocupou em buscar anular a criação de jogadas dos visitantes e ainda deixou Caracciolo sozinho para cabecear, abrindo o placar no estádio Olímpico. No entanto, depois de muito xingar após o gol, veio a surpresa mais agradável do jogo, não demorou muito para os comandados de Luis Enrique se reestruturarem e acharem no jogo aéreo a válvula de escape para virar o jogo, foram dois gols pelo alto que determinaram a virada: primeiro com o brasileiro Marquinhos após belíssimo cruzamento de Osvaldo, que marcaria o segundo gol romanista após cobrança de escanteio.
O segundo tempo foi um passeio total. Jogando de maneira mais tranquila, a Roma encontrou maneiras eficientes de furar a fortíssima marcação do Novara que jogou totalmente recuado o jogo inteiro. Fábio Simplício fez golaço, Bojan corou uma boa atuação com gol e Lamela entrou pra deixar o seu. O gol de Morimoto, que estava completamente impedido, foi apenas um mero detalhe. O que valeu mesmo foi a belíssima vitória romanista.
Grande e importante vitória dos comandados de Luis Enrique que, por incrível que pareça, está mais firme do que nunca na briga por uma vaga nas competições europeias, podendo até mesmo fazer frente por uma vaga na Champions League.
Nesta rodada, Udinese, Napoli e Lazio (candidatos diretos na briga por vaga nas competições europeias) acabaram sendo derrotados e as chances do tão querido time da cidade eterna conquistar a vaga é muito grande visto que 1 ponto separa o clube da zona da Europa League e 4 da Champions League. Agora, é torcer para que o time consiga arrancar e conseguir a tão sonhada vaga.
A Roma é um time tão imprevisível que toda vez que joga contra um time que vive fase muito melhor que a dela, não é de se surpreender que a equipe jogue bem e vença o jogo. Para o jogo de hoje contra o Milan, havia essa expectativa também e tudo começou bem. Contudo, no fim, Kjaer (sempre ele) entregou a paçoca e a vitória ficou para os rossonero, que, de virada, viram o placar no estádio San Siro marcar 2 a 1 para os donos da casa após o apito final.
Bem, a esperança é a última que morre e ela chegou a exalar de maneira positiva quando vimos Thiago Silva sair machucado de campo. Logo, já veio a imagem da Roma partindo pra cima e vendo Totti e cia brilhar, mas não foi nada disso que ocorreu. Vimos um jogo corrido, o Milan achava espaço nos contra-ataques e criava bem por esse meio. Sem Pjanic, machucado, o time da cidade eterna dependia do brasileiro Marquinho para armar o jogo, o que acarretou em certa dificuldades na criação de jogadas.
Assistindo o Milan jogar e criar as melhores jogadas, a Roma deu grande sorte e viu Osvaldo mostrar todo seu poder de decisão. Grande jogada de Borini e o espanhol colocou pra dentro. Sim, mesmo jogando mal, os comandados de Luis Enrique estavam na frente e podia ser assim até o final, uma pena que chances foram desperdiçadas e Kjaer estava na defesa.
No segundo tempo, o que já estava complicado, ficou ainda pior, já que o Milan veio ainda mais ofensivo e a Roma, fechada, se segurava do jeito que dava. Ibra, de pênalti, empatou o jogo. Tudo bem, o 1 a 1 não era ruim, mas para Kjaer parecia algo péssimo. O tão contestado beque não segurou o sueco da forma que deveria e viu o atacante marcar para determinar a virada. E aí já era... Estava consolidada mais uma derrota romanista.
Agora, na tabela, os Gialorossi perdem a chance de se consolidar fortemente na briga pelas competições europeias, podendo ver Udinese, Napoli e Lazio dispararem, deixando a situação no campeonato bastante complicada.
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| Positivo e operante, Osvaldo |
Buscando chegar à zona de classificação para as competições europeias, a Roma cumpriu seu papel na segunda-feira. E bem. A equipe da capital venceu o bom time do Genoa, em casa, pelo placar mínimo e se aproximou de Udinese e Napoli, que empataram em 2 a 2 no último domingo.
Luis Enrique escalou sua equipe com um importante desfalque. Totti, capitão e maior ídolo da história do clube, esteve fora e deverá voltar no próximo fim de semana, contra o Milan, em San Siro. No 4-3-3, Osvaldo era o centro-avante, Lamela e Borini os pontas. No meio de campo a equipe contava com Gago, De Rossi e Greco.
Já o Genoa veio a campo com uma formação mais cautelosa. Acostumada a jogar em um 4-4-2 com atacantes adaptados para jogar nas wingers e a dupla Gillardino e Palacio na frente, a equipe só contou com os dois últimos como titulares. No 4-3-1-2, Belluschi entrou no time para jogar como trequartista. Biondini, Miguel Veloso e Rossi eram os três volantes.
Osvaldo garantiu a vitória dos donos da casa logo aos três minutos de jogo. O atacante ítalo-argentino recebeu bom passe de Lamela dentro da área, ajeitou a bola com tranquilidade, foi para a ponta esquerda, driblou o zagueiro e bateu no canto do goleiro. 1 x 0. Foi o 8º gol do camisa 9 na Serie A 2011/2012, sem dúvidas uma bela contratação.
Na sequência da primeira etapa, a Roma seguiu na tentativa de ampliar. Borini, quase sempre bem, e Lamela tentaram bastante, mas sem sucesso. Greco fazia boa partida na meia esquerda e era o jogador mais criativo da intermediária romanista. Com poucas jogadas laterais, as investidas eram quase sempre afuniladas.
Pouco depois, Osvaldo protagonizou outros dois bons lances, errando o alvo em ambos. Já aos 36, Danielle De Rossi bateu da entrada da área e Frey fez a defesa. A pressão dos giallorossi seguiu e Erik Lamela bateu sem ângulo, dando trabalho novamente para Frey.
Após estes lance, as duas equipes adotaram posturas mais cautelosas. A Roma não queria se arriscar e sofrer o empate, mas o Genoa não queria se abrir muito e dar espaços para o time da casa ampliar e garantir de vez a vitória. Por essas atitudes das equipes, o jogo ficou chato até o final da primeira etapa.
Na volta para a segunda etapa, a Roma desperdiçou algumas chances com Borini e o próprio autor do gol Osvaldo. Lamela caiu de produção desde os 15 minutos iniciais, e por isso saiu. Em seu lugar entrou o atacante espanhol Bojan, que viria a aparecer bastante no jogo. O atacante ex-Barcelona entrou a todo vapor, arriscando sempre que tinha oportunidade.
Krkic iniciou a partida arriscando sempre as jogadas individuais, como aos 15, 17 e 29. O camisa 14 recebeu a bola, em sua primeira oportunidade, e bateu colocado por cima. Na segunda, ele entrou sozinho na área e, de frente pro gol, errou chute. Aos 29, Bojan criou grande jogada, quando saiu costurando da ponta esquerda para a direita e cruzando para De Rossi testar por cima.
As belas jogadas do atacante espanhol Bojan acordaram o time Genoa, que contou com arremate belíssimo do meio-campista português Miguel Veloso de fora da área, espalmado por Maarten Stekelenburg. A grande chance do empate, contudo, foi desperdiçada aos 24 minutos. Rodrigo Palacio foi lançado por Cristóbal Jorquera e, na saída do goleiro, acertou o travessão.
Saído do banco da Roma, o meio-campista brasileiro Marquinho quase deixou o seu gol aos 33, mas Frey estava atento para desviar a bola rasteira. No fim, os visitantes ainda tentaram uma pressão, que não deu em nada.
Com a vitória por 1 a 0, o time do brasileiro chega aos 44 pontos, ficando três atrás dos rivais diretos Napoli e Udinese na briga por uma vaga na Liga Europa. O time ainda pode sonhar com a vaga na Liga dos Campeões, por estar a 4 pontos da 3ª colocada Lazio. Já o Genoa para nos 33 pontos e na 14ª colocação.
A Roma é o time que detém o maior número de títulos da Coppa Italia, ao lado da Juventus. Porém, o time da capital só conseguiu empatar em número de vitórias com a Vecchia Signora após seu último triunfo, na temporada 2007/2008, após final memorável contra a Inter.
Após ter eliminado o Milan, o time romano pegaria na final uma Inter que passara pela Sampdoria na fase semi-final. Por todas as circunstâncias, devemos destacar o favoritismo do time de Milão, afinal, na temporada anterior, ele havia ganho o scudetto, com a Roma em segundo e tudo se encaminhava para que o campeonato daquele ano tivesse o mesmo fim (e teve).
O time romanista tinha excelentes jogadores em seu plantel. Enquanto Totti voava, jogadores como Pizzarro, Vucinic, Aquilani e Juan viviam o auge de seu desempenho técnico. Porém, o favoritismo da Inter se baseava no fato de seu time ser muito melhor, apesar de seu adversário. Crespo, Stankovic, Recoba, Cambiasso e outros jogadores faziam do elenco interista o melhor da Itália.
Além de tudo isso, o segundo e decisivo jogo aconteceria com o mando de campo da Inter, portanto, à Roma não restava outra escolha a não ser tentar "matar" a Coppa logo no primeiro jogo.
Apesar de todas as adversidades, o início foi animador para os romanistas no Stadio Olimpico. O time, ou melhor, Totti, precisou de apenas um minuto para abrir o placar e encher de esperança uma empolgada torcida giallorossa.
Todos descobriram que o gol não foi um lapso quando, quatro minutos depois, Mexés pegou de primeira após cobrança de escanteio e a bola desviou levemente em De Rossi para encontrar as redes. Para um time que não entrava como favorito, era algo muito animador e inesperado e, parecia que sairia uma goleada.
Não só parecia como foram precisos dez minutos para que virasse. Isso porque, aos dezesseis minutos de jogo, Perrotta fez três a zero e transformou o que parecia um fato isolado em uma iminente goleada.
Porém, não podemos esquecer que a Inter era o melhor time da Itália na época. Todavia, Pizzarro esqueceu e recuou de forma absurdamente displicente para o goleiro e Crespo, como o bom artilheiro que sempre fora, se aproveitou de tal bobeira e driblou Doni para dar alguma esperança ao torcedor interista, que confiava no time que tinha.
Para tratar de frear a possível reação do adversário e ainda transformar de vez em goleada (sem a discussão do "3 a 0 é goleada ou não?"), Mancini marcou o quarto ainda ao 30 da primeira etapa. Mesmo ainda no primeiro jogo, o título ficava cada vez mais próximo. O resultado manteve-se assim até o intervalo.
Diante de um resultado desastroso, o técnico Roberto Mancini devia pensar que não dava para piorar. Mas piorou. Em cobrança de escanteio, Panucci conseguiu uma cabeçada certeira no ângulo do gol adversário para fazer o quinto da Roma.
A meta da Inter era fazer o máximo de gols para poder chegar com chance ao segundo jogo, em sua casa. E Crespo (sempre ele) ainda fez o seu segundo na peleja. Apesar do gol, o resultado já estava definido, assim como o título. Panucci ainda tratou de dar números finais à partida, aos oitenta e nove.
Um seis a dois histórico contra um time memorável foi um dos resultados mais expressivos da história recente da Roma. A Inter ainda ganhou por 2 a 1 o segundo jogo, que só existiu para cumprir tabela, afinal, aquele título ficou com facilidade na capital.
O título desse post significa bem mais do que a tão besta cantiga de ninar, ressalta Fabio Borini. O atacante mais uma vez viu sua estrela brilhar e ser peça-fundamental da Roma. Dessa vez, o italiano que vem chamando a atenção de Cessare Prandelli, foi responsável por marcar o gol que deu a vitória aos gialorossi sobre o Palermo por 1 a 0, fazendo com o clube da cidade eterna se reencontrasse com o caminho da vitória, já que o time vinha de uma sequência de duas derrotas.
O triunfo mantém a Roma na 6ª colocação da tabela e o sonho de participar da UEFA Europa League segue aceso, apesar do fato de que a dificuldade é enorme, já que é necessária uma série de resultados até o fim do campeonato para o time conseguir entrar na zona que dá vaga a competição. Contudo, o Calcio é imprevisível e, com certeza, surpresas poderão acontecer.
Deu gosto de se ver os comandados de Luis Enrique jogarem. Mesmo com alguns desfalques importantes (o goleiro Stekelenburg e o atacante Osvaldo não jogaram por estarem suspensos e, Pjanic machucado também não participou da partida), o técnico espanhol conseguiu armar muito bem sua equipe em um 4-3-3, esquema que possibilitava que o time mantivesse a posse de bola e trabalhasse ela de maneira organizada.
O gol da partida veio logo aos 9 minutos da etapa inicial, o jovem Ezequiel Muñoz bobeou demais, deixou as bolas nos pés de Lamela, que deu um passe de gênio, mostrando que pode jogar em melhores condições aparecendo pelo meio do que pelas pontas, para Borini sair na cara do goleiro e ter a calma necessária para marcar seu 7° gol nos últimos 8 jogos. Com isso provou a estrela que tem e a importância dele em meio ao plantel romanista.
No restante da 1ª etapa, pudemos ver uma Roma jogando de maneira contundente e com bastante autoridade. A defesa, que foi obrigada a contar com Kjaer, já que o não menos pior Juan está machucado, conseguia se posicionar bem. Mesmo assim o goleiro Lobont foi obrigado a trabalhar em algumas oportunidades, entretanto, nada de alarmante visto que o Palermo jogava em casa e era obrigado a correr atrás do empate buscando partir pra cima.
No segundo tempo, o meio-campo do time de Luis Enrique seguiu bem posicionado, tanto que o Palermo encontrava muitas dificuldades para armar o jogo, ainda mais que seu principal articulador, Zahavi, estava completamente anulado. Quanto à linha de frente romanista, o trio formado por Lamela, Borini e Totti conseguia criar boas jogadas, ainda mais quando os laterais Rosi e José Angél subiam com mais frequência, criando mais uma alternativa de jogadas.
O panorama da partida só veio a mudar quando Ilicic e Hernandez entraram no Palermo no lugar dos decepcionantes Zahavi e Budan. Com dois jogadores mais dispostos a jogar, o time partiu pra pressão e conseguiu chegar com muito perigo, forçando a Roma a se recuar. Lobont trabalhou bem e a linha defensiva se segurou do jeito que deu até o fim, mantendo bem o placar favorável.
No final, um placar justo de 1 a 0 para a Roma e o sinal de que o time pode sim jogar bonito como Luis Enrique, mas, para isso, é preciso de calma e paciência para a adaptação dos jogadores. Já para o Palermo resta o consolo e mais dor de cabeça para Bortolo Mutti que segue sem encaixar bem a equipe, já acumulando uma sequência de três resultados negativos.
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
O torcedor que via a atual situação da Roma, tinha plena consciência de que a vitória no clássico contra a Lazio era importantíssima, não só por se tratar de um jogo contra o arquirrival, mas também pelo fato de que o triunfo deixaria a equipe em excelentes condições para brigar por uma vaga na UEFA Europa League, já que a Champions passou a ser utopia. Porém, o jogo não seguiu o script pensado pelo torcedor romanista e os biancazzurri acabaram por conquistar a vitória por 2 a 1.
Agora, os gialorossi estão apenas na 6ª colocação, com 5 pontos de distância da Napoli, última equipe da zona que dá vaga a UEL, deixando a irregularidade e os pontos bestas perdidos a prova, contudo, isso é assunto para outro post.
Derby é derby e tudo pode acontecer. Mas, a prova de que, de fato, a Roma é um time que não vem levando muita sorte foi quando logo aos 9 minutos, Klose partiu pra cima, se jogou, mas segundo o árbitro, foi derrubado por Stekelenburg. Para completar, ele acabou expulsando o holandês, obrigando Luis Enrique a ter que tirar Lamela para entrar Lobont, desconstituindo todo um esquema tático. Na penalidade, Hernanes foi pra bola e não titubeou. O placar estava aberto no Olímpico.
Tendo que saber conviver com uma desvantagem tanto numérica quanto no placar, os comandados de Luis Enrique se sentiram impulsionados pela volta de Totti e De Rossi, passando a jogar com uma raça sensacional. O time partiu pra cima, se desdobrou, jogando de igual para igual contra o rival. Quem mais uma vez apareceu para salvar a pele romanista, foi Fabio Borini. O jovem atacante provou mais uma vez que tem estrela e capacidade, resolvendo empatar a partida.
Mantendo um 3-4-1-1, Totti foi obrigado a jogar recuado e Borini tinha que fazer o papel de centroavante, acabando por ficar muito isolado. A falta de Osvaldo, suspenso, e a falta de confiança em cima de Bojan, fazia com que Luis Enrique tivesse que manter o jovem jogando em uma função que não era a dele, complicando as investidas ofensivas da Roma. No entanto, a defesa se posicionava bem, não dando espaço para a Lazio jogar e a equipe não conseguia se impor, mesmo com um homem a mais. Foi assim até o fim da etapa inicial.
Na etapa final, a Lazio entrou disposta a matar o jogo e não deixar a Roma jogar com a mesma capacidade que vinha jogando, tanto que os gialorossi não conseguiram impor seu ritmo de jogo com intensidade igual a da etapa inicial. Com isso, os biancoazzurri se aproveitaram, Mauri fez 2 a 1 em falha de Juan e o time seguiu na pressão. Está certo que caberia um cartão vermelho para algum jogador da Lazio, mas, nada apaga a errônea expulsão de Stekelenburg no início.
A desvantagem numérica no início fez muita diferença, a Roma teve que jogar com uma intensidade muito grande na etapa inicial, o que uma hora ou outra, acarretou grande cansaço. Tudo bem que Taddei na lateral-direita e Juan na zaga, mais uma vez, foram uma lástima. Mas que no 11 contra 11 a situação poderia ser outra, isso poderia...
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| Denis comemora três gols em Bérgamo |
Por Aldir Júnior
O estádio Atleti Azzurri d’Italia foi palco de um verdadeiro massacre sem dó nem piedade da Atalanta sobre a instável Roma. O placar de 4x1 traduziu a superioridade neroazzurra na efetividade, principalmente.
Durante a semana Stefano Colantuono, treinador da Atalanta, já dava declarações dando conta de que iria enfrentar os romanistas pensando nos três pontos, já que a fase não era das melhores com uma vitória nos últimos quatro jogos e empates sem gols contra Lecce e Novara, que estão na rabeira da tabela. A principal mudança nos titulares foi a entrada de Carroza para o lugar de Schelotto, poupado de uma grande sequência de jogos ininterruptos.
Com Padoin negociado com a Juventus, Colantuono foi obrigado a mudar o esquema tático do 4-4-1-1 com Moralez fazendo a ligação para Denis no comando do ataque que fez sucesso no primeiro turno para um mais tradicional 4-4-2 com o pequeno argentino ocupado o lugar de Padoin na esquerda e Marilungo ganhando espaço ao lado do tanque, porém, vindo buscar um pouco mais o jogo no meio campo. Esta nova formação não agradou, e aqui mesmo no Atalanta Brasil falamos por diversas vezes que Marilungo titular fazia com que o meio de campo perdesse mais velocidade e a essência deste elenco, que são os contra ataques velozes.
Entretanto, desta vez as coisas foram diferentes e tudo saiu como planejou Colantuono desde o primeiro dia em que colocou esta formação em campo. Do primeiro ao último minuto a Roma teve a posse de bola muito superior e tentando pressionar a Atalanta em seu campo desde a sua derradeira linha de marcação, porém, os comandados de Luis Enrique não conseguiram chegar com efetividade ao gol defendido por Consigli por causa da própria compactação no campo defensivo forçada pelos romanistas.
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| De Rossi foi deixado de fora por Luis Enrique |
Sem De Rossi, punido pelo treinador espanhol por se atrasar para a preleção, não jogou e poderia ser alguém que melhorasse a pegada da Roma na marcação, mas não foi o que aconteceu. A zaga (com os laterais) foi formada por Rosi, Juan, Heinze e Taddei, com o primeiro muitas vezes avançando fazendo vez de um quarto homem do meio campo e deixando os demais, sem a vitalidade de outrora, para tentarem parar o veloz ataque atalantino com linhas de impedimento, o que acabou custando muito caro aos visitantes.
Já não bastasse o deficiente setor defensivo, os giallorossi avançaram até mesmo os defensores e foram vítima da melhor arma que a Atalanta tem, os contra ataques em velocidade. Moralez fez sua melhor partida desde que chegou em Bérgamo e colocou a dupla ofensiva para correr com passes e lançamentos precisos. Denis e Marilungo se movimentaram bastante buscando o jogo, e, principalmente Guido foi mais acionado na primeira etapa, chegando até a colocar uma bola na trave quando o placar ainda estava em branco.
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| Guido Marilungo comemora o 1º gol do jogo |
A Roma parecia atordoada com os contra golpes bergamascos sem saber como parar e foi assim que Marilungo abriu o placar e Denis ampliou. Entretanto, ainda no primeiro tempo a Roma descontou com Borini depois de uma bola mal afastada por Manfredini. Osvaldo dominou na entrada da área e chutou fraco, a pelota ficou com Borini que girou rápido e tocou entre as pernas de Consigli.
Depois do gol a equipe da capital melhorou e conseguiu se organizar um pouco mais no ataque, enquanto a dea passou a pensar mais em garantir o resultado.
No segundo tempo, embora a ideia fosse segurar os visitantes, Colantuono não tinha opções no banco de reservas que deixasse o meio de campo mais pegado, então a Atalanta voltou com os mesmos 11 jogadores que iniciaram a peleja, com exceção de Lucchini que sentiu uma lesão muscular ainda no início do cotejo e foi substituído por Bellini.
Entretanto, a segunda metade do jogo começou com a mesma tônica da primeira. Logo aos 47’ Marilungo recebeu nas costas de Taddei, ganhou da marcação, tabelou com Denis, foi ao fundo se aproveitando de mais uma linha burra mal executada e devolveu para o argentino no meio só empurrar para o fundo das redes do goleiro Stekelenburg e colocar, de vez, as barbas dos visitantes de molho quanto a qualquer reação rápida.
O comandante neroazzurro promoveu a entrada de Schelotto no lugar de Carrozza, que não tinha pique para aguentar os 90 minutos no intenso ritmo. Pouco depois o centroavante Osvaldo deu um pontapé em Cigarini, os dois se desentenderam e o árbitro deu amarelo para o jogador da Atalanta e expulsou o ítalo-argentino em um lance muito confuso.
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| Denis faz o quarto gol da Atalanta |
Sem fazer muita força a bergamasca chegou ao quarto gol com mais uma bola enfiada para Denis correr entre os zagueiros da Roma e tocar na saída do goleiro Stekelenburg, da seleção holandesa. Ainda deu tempo de Cassetti ser expulso por ofender o bandeirinha.
Com o resultado a Atalanta sobe para 11ª colocação, com 31 pontos, dando um grande passo para a conquista de seu objetivo na temporada, permanecer na Serie A sem sustos. Na próxima rodada os atalantinos pegam o avião e vão até Údine enfrentar a forte Udinese às 11hs (Brasília), no domingo (04).
FICHA DA PARTIDA:
Escalações
ATALANTA (4-4-2): Consigli; Lucchini (8' pt Bellini), Stendardo, Manfredini, Peluso; Carrozza (7' st Schelotto), Cigarini, Brighi, Moralez; Marilungo (31' st Gabbiadini), Denis. T: Stefano Colantuono
ROMA (4-3-3): Stekelenburg; Rosi (1' st Josè Angel), Juan (12' st Cassetti), Heinze, Taddei; Gago (23' st Greco), Marquinho, Pjanic; Lamela, Osvaldo, Borini. T: Luis Enrique
ÁRBITRO: Antonio Damato
ESTÁDIO: Atleti Azzurri d’Italia (Bérgamo)
Cartões amarelo
ATALANTA: Manfredini, Peluso, Moralez e Cigarini
ROMA: Gago e Greco
Cartões vermelho
ATALANTA:
ROMA: Osvaldo e Cassetti
Confira os vídeos com os melhores momentos de Atalanta 4x1 Roma:
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
O baque da terrível atuação que culminou em derrota diante do Siena foi superado. Ontem, a Roma já se acertou e com aquela pitada do agora vai, além do já clássico sofrimento, a equipe venceu o Parma por 1 a 0 e segue mantendo o sonho de jogar a UEFA Champions League na cabeça de seu torcedor. Com os tropeços de Lazio e Udinese, a Roma, que está na 5ª colocação, se vê a apenas 4 pontos da 3ª colocação e se oscilar menos pode muito bem assegurar uma vaga na tão badalada competição.
Encarando um time muito bem ajeitado e que ainda não havia perdido sob o comando de Roberto Donadoni, era de se imaginar que o jogo poderia ser complicado, mesmo com o fator casa a favor dos Gialorossi. Todavia, os comandados de Luis Enrique não titubearam e buscaram fazer o dever de casa com maestria.
Desde os primeiros minutos, o clube da cidade eterna buscou marcar em cima e deter mais posse de bola. Com as voltas de De Rossi ao meio-campo e Osvaldo ao ataque, Luis Enrique pode implantar o estilo de jogo que quer e isso faz com que a Roma jogue de maneira mais solta e fácil. O gol de Borini veio no momento certo, em um período da partida que a equipe pressionava mas não chegava ao gol e o tento acabou por fazer com que a tranquilidade prevalecesse.
No segundo tempo, os jogadores romanistas perceberam que não adiantava se desdobrar já que estavam com o placar favorável, além de que, o Parma se via perdido na sua afobação por querer jogar com muita velocidade. Com isso tudo, a Roma apenas segurou e manteve o 1 a 0, que definiu um jogo ganho sem muito esforço, mas, o mais importante, foi uma vitória que manteve o sonho e as chances dos Gialorossi estarem na Champions League.
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
Não tem como negar, ter visto a forma que a Roma jogou nos últimos três jogos, deixou preocupação para o confronto contra a Inter que buscava embalar de vez. Mas, os Gilarossi são o Botafogo da Itália (crédito ao amigo @a_esportivo) e podemos esperar coisas inesperadas da equipe. E hoje foi demais! Ver o time jogando bem, dominando excelentemente seu rival e fechar com uma impiedosa goleada de 4 a 0 me deixou boquiaberto, mostrou que o time tem capacidade e, o mais importante, a equipe está forte na briga por uma vaga na UEFA Europa League já que agora apenas dois pontos separam o time da colocação que cede vaga para a competição.
Com De Rossi mostrando toda sua qualidade, a partida da Roma foi muito boa. Conhecendo as deficiências técnicas de sua defesa, Luis Enrique adotou uma estratégia interessante: segurar a bola no campo de ataque para evitar que sua "excelente" dupla de zaga não fosse tão exigida. Isto, aliado a falta de criatividade e excesso de apatia dos Nerazzuri, fez com que o clube da cidade eterna pudesse dominar bem o jogo e assim, chegar ao primeiro gol, que deu sinais do controle total que os romanistas viriam a ter. O segundo gol de Borini, em uma falha de Lúcio, mostrou que, sim, a Roma poderia massacrar a Inter.
Com Borini, Lamela e Totti se movimentando muito bem, além de que Pjanic se mostrando interessado em ser o homem de criatividade do meio-campo fez com que os Gialorossi tivessem uma atuação que fez com que os olhos dos romanistas brilhassem. A volta de De Rossi deu uma estabilidade fundamental ao meio, além de que Taddei e José Angél, por incrível que pareça, estavam inspirados e dominavam as laterais. Ou seja, uma atuação praticamente perfeita dos romanistas ,que ainda viriam Borini, mais uma vez aparecer bem, e marcar mais um. Por fim, deu tempo para Bojan encaixar uma boa jogada e definir o massacre.
Jogo com um vencedor claro! Um show da Roma! Que me surpreende, não pela equipe ter ido além das suas capacidades, e sim pelo fato de que o futebol apresentado nos últimos jogos não chegou nem perto ao mostrado nesse. E que mais atuações como essa venham a acontecer até o fim do campeonato...
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
Seja no São Paulo ou no Cruzeiro, o atacante Thiago Ribeiro nunca foi daqueles jogadores brilhantes, que tinha a condição de destaque maior no time. Sempre foi aquela atleta, que não aparecia muito, era importante para o esquema e vez ou outra marcava seu golzinho. Desde que se transferiu para o Cagliari no ano passado, o brasileiro ainda não tinha conseguido desencantar, havia jogado 15 jogos sem marcar nenhum gol. Até que no 16° jogo dele pela sua equipe, contra a Roma, ele resolveu desencantar. Como tem coisas que só acontecem com a equipe da cidade eterna, Thiago marcou dois gols e ajudou seu time a vencer o jogo por 4 a 2.
Agora, contabilizando Coppa Italia e Serie A, os Giallorossi já se encontram a três jogos sem vencer, seguindo na 6ª colocação. Contando com a sorte da Inter ter apenas empatado, o clube se vê ainda a 5 pontos da zona que dá vaga as competições europeias. Já o Cagliari está ali no meião da tabela, em 10° lugar.
A partida de ontem não foi diferente das demais. A Roma seguiu apresentando deficiências na defesa e criando oportunidades, mas não chegando ao gol. Juntando a frágil defesa àquela velha máxima do futebol: quem não faz, toma, os comandados de Luis Enrique viram os Rossoblu abrirem o placar com Thiago Ribeiro , que fez uma boa partida com sua equipe fazendo uma interessante dupla com Pinilla, logo aos 6 minutos.
Jogando com três volantes (Dessena, Conti e Nainggolan), o Cagliari buscava segurar seu adversário, que realmente não encontrava a maior facilidade para criar suas oportunidades. Até que a Roma encontrou a bola parada. Juan conseguiu empatar o jogo. Com um jogo se tornando cada vez mais interessante, o predestinado e jovem Borini foi responsável por virar o jogo. Até que, ainda antes do início da primeira etapa, Kjaer, para variar, falhou e Pinilla se aproveitou para empatar o jogo.
No princípio da segunda etapa, a dupla de zaga romanista (Juan e Kjaer) voltou a dar uma enorme bobeira. Para completar, Stekelenburg também errou e o Cagliari estava novamente a frente do placar. Com a vantagem, os donos da casa diminuíram a intensidade com a qual vinham jogando e passaram a segurar mais o jogo, já a Roma se aproveitou e passou a criar mais. Lamela e Borini estavam muito bem, acabando por fazer com que Michel Agazzi se consagrasse. Os Gialorossi vinham cada vez mais pra cima e, óbvio, que foram deixando espaços e com isso, não deu outra. No minuto final, Ekdal marcou mais um para os Rossoblu e definir o placar de 4 a 2.
A partida de ontem mais uma vez foi um panorama do que vem sendo grande parte dos jogos da temporada. A Roma cria, a Roma joga com intensidade, a Roma domina o jogo, mas não coloca pra dentro. A defesa vem dando um show de horrores e vem cometendo uma bobeira maior que outra. Para se ter uma noção, os quatro gols do Cagliari saíram em bobeadas da defesa romanista. Agora, o time que vinha a 3 jogos só vencendo, se vê a 3 jogos sem vencer.
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
A irregular campanha na Serie A vem preocupando os cartolas da Roma, que acabaram por vir a pensar em reforçar a equipe nesta janela de transferências do mês de janeiro. Quantos os jogadores que chegaram (o meio-campista Marquinho, ex-Fluminense, e o atacante Nico López, ex-Nacional), nenhum deles tem grande renome e chegam com o status de apostas. Óbvio que a chegada dos novos nomes vem a ser muito importante, mas o destaque maior vem a ser duas perebas que acabaram por ir embora do time.
Marco Borriello (foto) chegou a Roma em 2010 com o status de que seria o goleador maior da equipe. No entanto, nunca convenceu. Sempre demonstrando uma técnica do nível de um cone e uma aptidão incrível em perder gols feitos, o jogador, surpreendentemente, acaba por se transferir, por empréstimo, para Juventus, líder da Serie A, que realmente sente uma necessidade enorme de ter um atacante grosso em seu elenco, ainda mais após a saída de Amauri e Luca Toni.
Outro que deixou a Roma nessa janela de transferências foi o volante chileno David Pizarro, que chegou a Roma em 2006. Jogador pouco brilhante, que chegou a colecionar algumas boas atuações pelos Gialorossi no ano de sua chegada, além de alguns lampejos nas outras temporadas. A chegada de Ranieri a Roma em 2009 e seu histórico de lesões, acabaram por fazer com que ele perdesse espaço. O meio-campo, agora, vai para o Manchester City, que sonhou De Rossi e acordou com Pizarro...

Um dos jogadores que chegam para compor elenco é o brasileiro Marquinho (foto), que se encontrava no Fluminense desde 2009, e sempre mostrou-se aquele jogador que não aparece tanto, todavia, é importantíssimo para o time e cresce bastante na hora da decisão. Sabe bater faltas muito bem e aparece com qualidade no ataque. É bom jogador sim, chega como uma boa opção ao elenco da Roma. Se receber algumas oportunidades e não for escalado para jogar de lateral esquerdo, atacante, ou coisas do tipo (não duvide nada de Luis Enrique), ele pode sim render bem no futebol italiano.
Para fechar, comentemos sobre o outro reforço trazido pela Roma nessa janela de inverno. Nicolás, ou apenas Nico, López chega ao Calcio, vindo do Nacional-URU, com o status de aposta e promessa. Não muito alto, o atacante uruguaio de apenas 18 anos se mostra um jogador extremamente técnico e de uma qualidade que já fez Óscar Tabárez (técnico da seleção uruguaia) o elogiar. Desde 2010 no time principal do Nacional, Nico coleciona atuações de destaques, agora, chega a Roma com a chance de despontar de vez para o mundo.
Bem, a Roma fecha essa janela de janeiro sendo bastante pontual. Vendeu bem e contratou bem também. Se livra de dois jogadores que estavam ali encostados no elenco, para a chegada de dois atletas que chegam com o status de aposta, mas tem qualidade para se encaixar bem na equipe.
Veja as análises dos outros times:
Em seus últimos três jogos na Serie A do Calcio, a Roma mostrou atuações contundentes e venceu bem as equipes de Napoli, Chievo e Cesena. O torcedor romanista logo se alegrou pelo fato de Luis Enrique ter dado sinais de que, enfim, havia dado uma consistência e encaixado bem o time. A péssima atuação diante da Juve no meio de semana na Coppa Italia, mostrou que as coisas ainda não estavam totalmente ajeitadas. O jogo de hoje contra o Bologna serviu para confirmar isso.
Está certo que o Bologna fez uma boa partida hoje, mas isto não serve para maquiar a atuação bastante mediana da Roma, que no fim, acabou por ficar no empate em 1 a 1 contra os Rossoblus, que seguem ameaçados pelo rebaixamento e viram o rival do jogo de hoje se manter na 6ª colocação e darem um obrigado ao Lecce, que venceu a Inter, e deixa o clube da capital italiana ainda não muito distante da zona das competições internacionais.
O começo de jogo foi animador para o romanista. Logo no primeiro minuto, Totti já desperdiçou uma boa oportunidade, aparentando que o time da cidade eterna poderia, quem sabe, vencer sem maiores dificuldades. Mas, os comandados de Luis Enrique possuem uma dependência enorme em cima de Francesco, que logo decaiu de rendimento, assim como toda equipe e a Roma, deu espaços pro Bologna começar a crescer na partida.
Aliás, a equipe de Stefano Pioli cresceu bem na partida. O time de Bolonha viu sua defesa composta por três zagueiros (Antonsson, Portanova e Cherubin) anular muito bem o trio ofensivo escalado por Luis Enrique (Borini, Totti e Lamela). Como desfecho desse detalhe, os Gialorrossi não criaram mais nenhuma chance significativa e ainda viram o Bologna conseguir chegar bem. Mas, nada de demais, e a etapa inicial ficou no 0 a 0.
Jogando de maneira bem organizada e mantendo a posse de bola desde o primeiro tempo, a Roma voltou a encontrar o mesmo problema: não conseguir transformar tudo isso em chances de gol e chegadas ofensivas. Até que no segundo tempo, os Rossoblus começaram a sair mais para o jogo, logo fazendo com que Stekelenburg fosse obrigado a trabalhar, porém, a equipe deixou espaços, dando abertura para o time de Totti chegar mais e fazer Gillet trabalhar. Mas, realmente, o Bologna vinha muito bem e não deu outra: Di Vaio (sempre ele) aproveitou-se de lançamento do goleiro de seu time e abriu o placar da partida.
Com o resultado desfavorável e precisando dar um sangue novo ao time, Luis Enrique conseguiu dar uma sobrevida ao seu time com as entradas de Bojan e Fábio Simplício. E deu certo. O atacante espanhol conseguiu criar boas chances, mas quem foi responsável pelo gol de empate foi Pjanic, que, em uma belíssima cobrança de falta, colocou pra dentro.
O empate não interessava a Roma, que buscava se consolidar na parte de cima da tabela, nem ao Bologna, interessado em se manter longe da zona da degola. E o jogo ficou ainda mais interessante. Chances dos dois lados e o time da capital italiana seguindo jogando de maneira organizada, mas sem enorme facilidade pra trabalhar a bola no terço final do campo, todavia, mesmo assim, conseguiu criar boas chances.
Apesar da grande quantidade de chances criadas por ambas as equipe, o resultado final ficou no 1 a 1, que serviu para ressaltar bem o equilíbrio do jogo e, o mais importante, confirmou que as coisas ainda não estão totalmente ajeitadas na Roma.
Foi um jogo pífio da Roma em Turim, o time que venceu 5 partidas seguidas no italiano não apareceu em campo e tomou três a zero para a ainda invicta Juventus.
Quando a Roma pensava em jogar já tomava o um a zero. Barzagli, do campo de defesa lançou numa cratera na zaga giallorossi para Giaccherini abrir o placar logo aos cinco minutos de bola rolando. Depois disso, a Juventus mal chegava e a Roma nem pensava em atacar, até os trinta minutos, onde Del Piero acertou um chutaço para abrir dois a zero, e deixar a vaga muito bem encaminhada. Pouco depois, a Roma ainda arriscou um chute com Pjanic batendo falta, no mais o primeiro tempo foi esse.
No segundo tempo, a Roma tentou acordar e chegou até a ameaçar a meta de Storari, até Lamela fazer besteira e praticamente fazer uma vasectomia em Chiellini e ser expulso, daí deu a louca em Totti, que começou a bater. Bateu tanto que recebeu amarelo, e para não ficar com dois expulsos, Luis Enrique sacou Il Capitano, que nada fez, e pôs Perrotta, depois disso nada de Roma. E a Juventus continuou em cima buscando o terceiro, meteu bola na trave com Quagliarella, até os quarenta e quatro da etapa final, Kjaer fechar com chave de lata sua belíssima atuação, só que ao contrário. Três a zero, e a Roma agora pensa somente em buscar a vaga na Champions League, tarefa difícil para os comandados de Luis Enrique.
A Roma mantém as esperanças de voltar à Champions League, com a reformulação de Luis Enrique finalmente fazendo efeito misturada com a experiência de Heinze, De Rossi e Totti.
Os giallorossi fizeram 5x1 no fraco Cesena com direito a quebra de recorde de seu 'Capitano'. Totti agora é o jogador que mais gols fez por um mesmo clube na Serie A, 'apenas' 211 gols pela Roma, clube que defendo desde 1992.
O jogo foi tão fácil que aos 10 minutos de jogo já estava 3x0 pra Roma, gols de Totti (dois) e Borini. Daí foi só administrar o placar e ir pro intervalo vencendo.
Na volta do intervalo, o Cesena trouxe Candreva ao campo e a equipe melhorou. Aos 14, Candreva, deu belo passe para Éder que chapelou Stekelenburg e tocou para o gol vazio.
Quando parecia que o Cesena voltaria ao jogo, o zagueiro Juan depois de cobrança de escanteio, pegou o rebote para marcar o 4º e liquidar o jogo de vez. Mas ainda deu tempo de Pjanic fazer o dele após rebote de seu próprio chute.
Se a Roma vencer o jogo paralisado por conta da chuva contra o Catania, chegará aos 33 pontos da Lazio, quarta colocada que joga à tarde contra a Inter.
Temporal não permitiu a continuidade da partidaApós 65 minutos de jogo e empate por 1 a 1 registrado no placar, o confronto entre Catania e Roma acabou suspenso. O jogo, válido pela 18ª rodada do Campeonato Italiano, foi interrompido por conta das más condições do campo no Estádio Angelo Massimino. A partida deverá ser reiniciada nos dias oito ou 15 de fevereiro.
Enquanto a bola rolou, as duas equipes fizeram jogo equilibrado durante os primeiros instantes. Aos 23 minutos, o Catania esteve a um passo de marcar, em finalização de Gonzalo Bergessio que Simon Kjaer salvou em cima da linha. No minuto seguinte, Nicola Legrottaglie abriu o placar para os sicilianos, aproveitando cobrança de falta de Francesco Lodi.
A Roma chegou ao empate apenas cinco minutos depois. Francesco Totti cobrou escanteio e Daniele apareceu no centro da área para arrematar de cabeça. Até o intervalo, contudo, o Catania esteve mais próximo de recuperar a vantagem, ameaçando com Pablo Barrientos e Bergessio.
Já o segundo tempo seguia sem grandes oportunidades para ambas as equipes até os 20 minutos. Com a forte chuva, os jogadores tinham dificuldades para concluir as jogadas com eficiência. Diante da situação, o árbitro preferiu suspender a partida momentaneamente. Após cerca de meia hora, a decisão definitiva foi tomada, adiando o reinício do encontro.
Sem a definição do resultado, a Roma permanece na sétima posição do Campeonato Italiano, com 27 pontos. Com cinco pontos a menos, o Catania está uma posição atrás na tabela.
Por Gabriel Jesus
Ontem, no Olimpico tivemos mais um jogo de Copa da Itália, e foi um massacre romantista. A Fiorentina manteve o 'ótimo desempenho' na temporada e tomou mais um chocolate na temporada. Além disso, perdeu Alberto Gilardino para o Genoa. Essa temporada promete muitas emoções pros torcedores da Viola.
Voltando ao jogo, os gols todos foram no segundo tempo. A zaga da Fiorentina estava uma mãe, e a Roma chegou aos 2x0 com Lamela duas vezes. Quando a Roma já abdicava de atacar, o goleirão Neto, ex-Atlético PR, fez uma besteira monstro, a bola caiu no pé de Borini que matou o jogo de vez.
Agora, a Roma enfrenta a Juventus em Turim, dia 25 para buscar uma vaga às semifinais e a estrela prateada ganha com dez conquistas da Coppa Italia.
"Desculpem o atraso", pede a camiseta de Totti. Contra o Chievo, o capitão da Roma encerrou jejum de sete meses
A Roma alcançou a sexta posição do Campeonato Italiano neste domingo, ao vencer o Chievo
por 2 a 0. Os gols da partida, ambos de penalty, foram marcados pelo atacante Totti, que roubou a cena da partida ao exibir uma camisa com as inscrições "Scusate il retardo" ("desculpem-me o atraso"), devido ao fato de o atacante não marcar um mísero gol desde maio.
Sem o argentino Pablo Osvaldo, de molho por oito semanas devido a uma lesão muscular na coxa, a dupla de ataque da Roma foi formada por Totti e pelo espanhol Bojan, ex-jogador do Barcelona. No entanto, foi outro argentino que se encarregou de conduzir a Roma à vitória: aos 34 minutos de jogo, Erik Lamela foi derrubado por Nicolas Frey dentro de área, e Totti converteu a penalidade.
Entretanto, o Chievo cresceu no jogo, com o goleiro Stekelenburg e o zagueiro brasileiro Juan tendo realizado importantes intercepções para segurar a Roma na frente. Aos 33 minutos do segundo tempo, o árbitro marcou penalty após o zagueiro Cesar ter colocado a mão na bola e, novamente, Totti marcou.
Com a vitória, a Roma alcançou a sexta posição do Campeonato Italiano, com 27 pontos, 10 de diferença para os líderes Milan e Juventus.
A Velha Senhora viaja para a capital com o objetivo de se manter invicta e voltar à liderança, enquanto os donos de casa tentam encerrar a sequência de duas derrotas em jogo que entrará para a história do 'calcio' por ser o primeiro da Série A transmitido em 3D.
O técnico da Roma, o espanhol Luis Enrique, não terá facilidade para escalar seu time que recebe a Juventus nessa segunda-feira. Sem poder contar com Juan, Bojan e Gago que foram expulsos na última partida e ainda com Pizarro e Kjaer como dúvidas, o mais provável é que De Rossi seja improvisado na defesa. Em contrapartida, Osvaldo estará de volta após cumprir suspensão interna por se envolver em confusão com Lamela.
Pelo lado da Juve o problema é Vucinic, que faria seu primeiro jogo contra sua ex equipe, mas está de fora devido a lesão sofrida no jogo contra o Cesena. Pirlo volta a formar o vitorioso trio de meio campo da Juventus ao lado de Marchisio e Vidal após cumprir suspensão.
Juventus e Roma já se enfrentaram 172 vezes na história com 80 vitórias para os bianconeri, 50 empates e 42 derrotas. A Juve marcou 265 gols e sofreu 186. No útlimo encontro entre as equipes no Stadio Olimpico, vitória da Juve por 2-0. Nos últimos 5 jogos entre Juve e Roma, duas vitórias para cada lado e um empate.
Ambas as equipes deverão jogar no 4-3-3. Confira as prováveis escalações abaixo:
Prováveis escalações:

Stekelenburg
Rosi, De Rossi, Heinze, Taddei
Perrotta, Fábio Simplicio, Pjanic
Lamela, Totti, Osvaldo
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Buffon
Lichtsteiner, Bonucci, Barzagli, Chiellini
Marchisio, Pirlo, Vidal
Pepe, Matri, Giaccherini |
Você sabia?
- Nos últimos 12 jogos válidos pela Série A entre Juventus e Roma a Juve só perdeu 1.
- A Velha Senhora é a única equipe invicta na Série A.
- O time de Conte venceu metade dos seus jogos fora de casa nessa temporada.
- A Roma só venceu metade dos seus jogos em casa nessa temporada.
- Derrotas são os resultados mais frequentes da Roma nessa temporada, já perdeu 6 vezes.
- O time de Luis Enrique perdeu seus dois últimos jogos sem marcar gols.
A bola rola às 17h45 dessa segunda-feira em partida que terá transmissão para o Brasil pelos canais RAI e ESPN.